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ENTENDA O CASO

Em setembro de 2016 cidadãos tarauacaenses sem moradias próprias ocuparam uma área da prefeitura no bairro esperança, bairro construído pela a administração do ex prefeito Rodrido Damasceno (PT). O bairro foi iniciado com o objetivo de ser o primeiro construído de forma planejada em Tarauacá, no entanto com a troca de prefeito o poder publico abandonou o projeto que teve uma parte ocupada.

A ocupação foi incentivada pela a atual prefeita Marilete Vitorino, na época a e então candidata a prefeita esteve no local incentivando a ocupação e garantindo que se ela fosse eleita daria à devida assistência aos ocupantes. Como mostra a imagem de matéria publicada no blog de campanha da então candidata:

Hoje os ocupantes reclamam do abandono e denunciam irregularidades, um dos ocupantes que não quis ser identificado, suspeita que a prefeita cometeu o crime de compra de votos “O que da para entender com os fatos acontecidos é que a prefeita Marilete Vitorino e seu vice Chico Batista além de enganar boa parte dos ocupantes cometeram o crime de compra de votos, pois na época vieram aqui e garantiram que se eleitos fossem dariam apoio as famílias que ocuparam as terras, infelizmente o que vemos hoje são pessoas próximas ao vice prefeito, pessoas  que não participaram da ocupação e tem casas em outros locais sendo beneficiadas e construindo verdadeiras mansões dentro da ocupação” desabafa

Os ocupantes reclamam ainda da forma como a “legalização” dos terrenos estão sendo feita “inventaram de fazer um cadastramento dos ocupantes para identificarem quem realmente precisa, mas vimos que esse cadastro foi feito totalmente irregular apenas para beneficiar pessoas próximas aos governantes e seus eleitores, verifiquei que o cadastro não foi feito nem pela secretaria de promoção social, pasta responsável por da assistência as pessoas, muito menos pelo o setor de tributos da prefeitura, também não se sabe os critérios tão pouco as pessoas que estão fazendo o analise dos ocupantes, pelo visto é a própria prefeita e vice prefeito, por isso estou indo ao ministério publico fazer uma denúncia e também na câmara de vereadores, pois esse cadastro e essa análise deve ser feito por órgãos e pessoas qualificadas e com autonomia para isso” explica

Outro ocupante alega que foi informado que um senhor conhecido como Tião Lesa foi até o terreno ocupado e chamou outro cidadão e disse “fique com esse terreno para o senhor”. O ocupante reclama que já fez investimento no local e que tem os critérios sociais para ser um dos beneficiados, isso teria acontecido por perseguição política pois o mesmo foi adversário da atual gestão nas eleições de 2016. O ocupante questiona ainda se esse empresário pode fazer isso com um único terreno tendo em vista que a prefeitura está fazendo a legalização da terra?

A nossa reportagem falou com um membro da administração passada e o mesmo nos informou que a prefeitura pagou em media de 30 parcelas de R$ 18.000,00 cada pela a terra da ocupação, nesse caso a terra seria do município e não de um empresário.

A ocupação é um verdadeiro mistério, até onde se sabe a terra teria sido comprada e pertence à prefeitura, agora a prefeitura alega que a terra pertence a um empresário. Com as denuncias as autoridades certamente farão uma investigação e esclarecerão os fatos.

Fonte: Diário Acreano

Uma segunda-feira de muita discussão sobre o setor de saúde do Acre. Com a presença do ministro Ricardo Barros, mas na ausência do secretário estadual Gemil Júnior, parlamentares da oposição e situação, sindicalistas e membros de movimentos sociais apresentaram ao ministro um panorama do setor acreano.

No Acre, Barros visitou as obras inacabadas do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), e logo depois se reuniu com os prefeitos na sede da Associação dos Municípios do Acre (Amac). Na pauta, o ministro deixou bem claro: mais investimentos e a abertura de autorias para saber como estão sendo aplicados os recursos federais no estado.

Sem criticar os serviços oferecidos, o ministro foi bastante político. Ele destacou que 70% dos recursos utilizados no Huerb é fruto do caixa da União. Mas ao tempo em que alfinetou o gestor da unidade, médico Fabrício Lemos, acrescentou: “a estrutura está sendo bem utilizada para a população com os recursos disponíveis”, isso porque, segundo Lemos, ao dia, quatro ou cindo cirurgias são feitas na unidade.

“A média nacional é de 1,5 cirurgia por dia por centro cirúrgico e aqui no Huerb nós temos de quatro a cinco cirurgias por dia, com uma taxa de ocupação de mais de 90%, quando a média do Brasil é de 60%”, comparou Barros ao dizer que não há nenhuma problema para a União cumprir com o que lhe é devido.

Segundo Fabrício Lemos, o apoio do Ministério da Saúde ao estado é fundamental. “Nós ficamos imensamente felizes com a parceria do governo federal em investir na saúde do nosso estado, mas é importante salientar o esforço do governo estadual para manter a saúde do Acre, investindo sempre para levar assistência adequada e com qualidade aos usuários do SUS”, pontuou.

Auditoria em contratos

Ao conversar com a imprensa, Ricardo Barros demonstrou preocupação com a aplicação dos recursos federais no Acre. Não por acaso, repetiu, por pelo menos quatro vezes em sua visita, que vai destacar, imediatamente, uma equipe de técnicos do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) para fiscalizar todos os contratos firmados com o Governo do Acre. Ele voltou a citar obras e investimentos.

“Em poucos dias, uma equipe do Denasus será mandada. Teremos um relatório, não só sobre essa obra, mas de outras obras inacabadas que temos aqui no estado, inclusive, o Instituto de Traumatologia, que é um hospital federal do Rio de janeiro, que tem uma extensão aqui”, destacou sem dizer exatamente quando essa visita ocorrerá.

Ao todo, destacou o ministro, o Acre recebeu, em 12 meses R$ 65 milhões, incluindo as emendas parlamentares que são, em grande parte, para obras e investimentos como a compra de equipamentos, qualificação de servidores e, ainda, ações mais internas da pasta. Ricardo Barros fez uma apresentação de 20 minutos sobre o que o governo Michel Temer fez pela saúde do Acre.

Ajuda aos municípios em crise

As cidades acreanas vão receber R$ 6,5 milhões a mais em recursos para investimentos. Esse dinheiro será investido em serviços de Urgência e Emergência, e, ainda, nos setores de Atenção Básica, contemplando, além de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, outros 11 municípios. Além disso, o ministro garantiu que vai renovar a frota de ambulâncias nas cidades de Cruzeiro, Sena Madureira e Senador Guiomard.

“O estado tem vários problemas, porque tem várias regiões de saúde que precisam de atenção. O estado é muito amplo e cada região tem uma solução necessária e diferente. Mas, nós procuraremos investir os recursos necessários para concluir a obra, que está bastante adiantada. Não podemos colocar recursos, além daqueles que estão no convênio, por isso a auditoria”, comentou.

A reportagem é de João Renato Jácome

 

Deputados e senadores que compõem a bancada acreana em Brasília vão cobrar, na próxima quarta-feira, 28, do Ministro das Minas e Energia, explicações sobre o projeto de mineração na região do Juruá, proposto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) por uma cooperativa de garimpeiros do município de Pontes de Lacerda, no Mato Grosso. A proposta partiu do deputado federal Moisés Diniz (PCdoB), único parlamentar federal presente à audiência pública sobre o tema realizada pela presidência da Câmara de Vereadores de Cruzeiro do Sul.

Moisés suspeita das reais motivações por trás do projeto, e questiona as verdadeiras intenções dos seus autores. “Não se sabe quem está por trás desse pedido [feito ao DNPM], cujas atividades agridem o meio ambiente e a economia da nossa região, na qual está situado o terceiro maior aquífero do Brasil”, alertou.

Ele também disse desconfiar que a proposta de mineração foi realizada sem a anuência do poder público.

A audiência desta sexta também contou com a presença do prefeito cruzeirense Ilderlei Cordeiro (PMDB), e de representantes do senador Gladson Cameli (PP) e da deputada federal Jessica Sales (PMDB). Convidados, o superintendente do Ibama, Carlos Gadelha, e o representante do Imac na região, Igoor Neves, compareceram ao encontro, bem como cerca de 30 empresários do setor oleiro e de extração de areia na região, cujas atividades foram paralisadas por ordem do DNPM.

Além deles, participaram da audiência pública representantes da Ufac e do Ifac no Juruá, além de representantes do movimento comunitário, segundo o presidente da Câmara, vereador Romário Tavares (PMDB).

“A disposição dos nossos parlamentares federais de se juntarem em torno do assunto, independente do partido a que pertencem, prova que a causa que abraçamos aqui na Câmara é suprapartidária, e diz respeito a todos os acreanos”, argumenta Romário.

Segundo ele, já está agendada para o dia 28 uma reunião dos membros da bancada federal acreana com o ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

Projeto do absurdo

Empresária do setor oleiro, Janaína Terças revelou ontem, 22, em entrevista à Rádio e TV Juruá, que os 42 mil hectares requisitados pela cooperativa de mineradores do Mato Grosso na região, incluem a Cidade da Justiça, o Igarapé Preto, Áreas de Proteção Permanente e até o cemitério de Cruzeiro do Sul.

Sob a justificativa de prospectar ouro na região, a proposta dos mineradores levanta muitas suspeitas principalmente pela área que abrange.

“A gente pode deduzir que os autores do projeto nem sequer vieram ao Estado. Devem ter elaborado a proposta com base em imagens de satélite”, disse Janaína.

De acordo com os empresários prejudicados pela ordem do DNPM, a determinação de paralisar as atividades de olarias e areais em Cruzeiro do Sul pode acarretar na demissão de 150 trabalhadores que atuam nessas empresas. Além disso, eles enfatizam a ameaça à economia da região, uma vez que o barro e a areia são duas matérias-primas imprescindíveis ao setor da construção civil.   

 

Sucessivas invasões a área da Estação de Tratamento de Água, a ETA/Sobral, em Rio Branco, instalaram uma onda de insegurança em operadores e vigilantes que prestam serviços no local. Nas últimas semanas, bandidos invadiram duas vezes a estação e numa delas, espancaram um operador e roubaram uma motocicleta.

Na última terça feira (20), o caso se repetiu, mas as pessoas de serviço no prédio, se trancaram em um sala, e graças a uma barricada na porta, conseguiram evitar que fossem alcançadas pelos criminosos.

Operadores do DEPASA, que prestam serviço na ETA/Sobral, denunciaram a reportagem que ficam expostos a ação dos criminosos porque os vigilantes da empresa responsável pela segurança não possuem arma. Sem segurança, operadores e vigilantes vem se tornando alvos fáceis dos bandidos.

¨No início do mês entraram na estação ali da terceira ponte. Amarraram o vigilante e espancaram o operador até ele entregar a chave da moto. Ele apanhou tanto que está afastado com problemas neurológicos. Nós vamos parar a operação e a cidade inteira vai ficar sem água se não derem condições de segurança pra gente trabalhar¨, disse um operador da ETA/Sobral, que por motivos óbvios não será identificado.

Ameaça de envenenamento

Outra situação não menos preocupante foi levantada pelos operadores. Eles temem que os criminosos, irritados pelo fato de não conseguirem roubar as motos dos trabalhadores, alvo principal das investidas, possam jogar veneno na água dos reservatórios que ficam abertos.

¨A gente não sabe do que esse pessoal é capaz. Na quarta feira, quando vieram aqui, eram quatro homens e uma mulher, a gente viu eles chegando. Nos trancamos em uma sala e fizemos uma barricada. Eles forçaram a porta, mas desistiram e ficaram rodando aqui dentro. Se eles jogarem veneno na água que vai ser distribuída, como a gente vai saber? É um risco muito grande e ninguém quer mais ficar aqui no período da noite¨, desabafou.

Superintendente reconhece falta de segurança mais nega sucateamento

O Superintendente do DEPASA em Rio Branco, Miguel Félix, se pronunciou em relação as denúncias feitas por operadores na ETA/SObral.

Félix reconheceu que os trabalhadores convivem com a falta de segurança no local, mas tentou amenizar a situação afirmando que esse problema não é exclusivo da categoria.

¨ Em todo lugar falta de segurança, não é mesmo? Até quem vivem em verdadeiras fortalezas está sujeito a ação de criminosos¨,comparou.

O superintendente negou porém que os equipamentos da estação estejam sucateados e se disse surpreso pela forma como o problema foi colocado.

¨ Me surpreende a forma como colocaram essa situação, porque nunca faltou diálogo com eles. Eles não ajudam em nada, e agora tentam causar esse situação. Apesar da ETA ser um prédio antigo, os equipamentos estão em situação de uso, inclusive aumentamos nossa capacidade de distribuição. Estou agora aqui no comando da polícia militar para tratar essa situação da segurança e a irei lá na ETA para me reunir com eles¨, garantiu.

A reportagem é de Jairo Barbosa- ac24hora

Uma disputa de terra com  área menor que duas hectares e que já se arrasta na justiça do Acre ha quase duas décadas envolvendo o empresário Jimmy Barbosa e um pequeno grupo de moradores, também parece estar cercada de acordos e favorecimento ao empresário que pleiteia expulsar as famílias residentes no lugar faz mais de 16 anos e é o que a reportagem do nativus24horas tenta esclarecer nesta edição.

Segundo as famílias que residem ás margens da rodovia Amadeo Barbosa em Rio Branco, compraram e pagaram pela terra, mas uma liminar recente expedida pela Juíza da 2ª Vara Civil da Comarca de Rio Branco, Dra. Thays Khalil,  obriga que eles desocupem suas moradias imediatamente sob pena de pagar multa diária no valor de R$ 10 mil reais. No entanto, os moradores alegam que a magistrada proferiu a decisão sem ouvir testemunhas em suas defesa e desconfiam que por serem pessoas humildes e sem condições de pagarem bons advogados, a liminar foi arbitrária.

O morador Quênio Rodrigues dos Anjos, que hoje tem como meio de vida um pequeno ferro velho no local onde mora, garante que comprou a propriedade da antiga moradora a senhora Cleomar Miranda e lamenta ele, a Lei no Acre só funciona  para quem tem muito dinheiro. 

A nossa reportagem foi até a casa do latifundiário Jimmy Barbosa para ouvir a versão dele. No portão da casa, fomos recebidos pelo segurança e informou que Jimmy não se encontrava em casa mas que a secretária dele identificada como Beatriz, poderia nos dar esclarecimentos. Com ela, disse que agendaria uma entrevista com o layifundiário mas passado mais de duas semanadas esperando do contato, ainda não obtivemos qualquer retorno.

A antiga proprietária do lote, a senhora Cleomar Miranda, confirmou em entrevista ao nativus24horas, que vendeu as terras para Quenio e alega que se fosse convocada para depor em seu favor na justiça, apesar da idade ainda tem forças para dizer a verdade.

Outros  moradores da mesma região também arrolados em processos de disputa de terras em que envolve Jimmy Barbosa, alegam que a justiça do Acre quando se trata do latifundiário dá logo ganho de causa e sequer chama qualquer testemunha em suas defesa e se dizem prejudicados.

A magistrada em entrevista, esclarece que a liminar deve ser cumprida e esta apenas em fase processual mas até a decisão final da  sentença,  todas as testemunhas necessárias ao processo serão arroladas.

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