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Entretenimento

Hospedagem de duas horas na suíte custa entre R$ 126 e R$ 156


O motel Altana, em Sobradinho, em Brasília, decidiu inovar nos seus quartos temáticos e fazer uma suíte de luxo inspirada na Operação Lava Jato. O novo ambiente simula uma cela de presídio. Com grades na porta e em volta da cama, o quarto tem uma entrada privativa com paredes revestidas de cimento e ilustrações de presos ao lado de investigadores da Polícia Federal.

Em um mural, o cliente também pode ver recortes de reportagens sobre o maior escândalo de corrupção do Brasil. Nas notícias, há fotos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, além do ex-deputado Eduardo Cunha, entre outros.

A responsável pelo projeto é a arquiteta brasiliense Cristina Bertozzi, que já tem mais de 350 decorações de quartos de motel no currículo. De acordo com a designer, temas que envolvem casos policiais despertam a curiosidade e os prazeres dos clientes.

O preço de duas horas na suíte varia de R$ 126 a R$ 156, dependendo do dia da semana. De acordo com o hotel, o valor total da reforma foi de R$ 15 mil.

Da Agência ANSA

Foto Ilustração

Ministério da Cultura pede R$ 1,2 milhão de volta; produtora diz que shows foram realizados

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades nas concessões de benefícios fiscais repassados a ações culturais por meio da Lei Rouanet ouve, nesta terça-feira (28), o sócio-administrador da produtora Ciel, Claudio de Oliveira Inácio Junior.

Em outubro de 2016, a Ciel teve rejeitada a prestação de contas de um projeto de shows da cantora Claudia Leitte, pelo Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que havia sido autorizado a captar recursos via Lei Rouanet.

O Ministério da Cultura pede que a cantora devolva R$ 1,2 milhão aos cofres públicos - dinheiro captado por meio da Lei Rouanet. O ministério alega que a produtora não cumpriu regras legais de distribuição e venda de ingressos.

O escritório de advocacia que representa a produtora, no entanto, afirma que todos os eventos foram realizados e podem ser comprovados. 

A audiência será realizada no plenário 6, a partir das 14h30, a pedido do relator da CPI, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).

Da Redação - ND

Do trabalho entre as bombas de combustíveis em um posto em Ribeirão Preto (SP) a uma das passarelas de moda mais disputadas do país. Essa é a trajetória do ex-frentista Kadu Soares, de 24 anos, que há um ano deixou de abastecer carros para trabalhar como modelo para grandes marcas fashion.


No sábado (18), Kadu estreou na São Paulo Fashion Week (SPFW) quando desfilou pela LAB, do rapper Emicida, e atraiu os holofotes.


“Sempre penso que todos nós temos um caminho, então eu busquei o meu. Me sinto no caminho certo acompanhado pelas pessoas certas. Isso é fundamental”, diz Kadu.


Descoberta
Criado pelos avós em uma casa no bairro Jardim Irajá, na zona sul da cidade, Kadu conta que o sonho de infância era seguir carreira nos gramados. "Eu fui uma criança muito feliz em Ribeirão. Sempre sonhei ser jogador de futebol. Eu jogava desde os 6 anos de idade”, diz.


Como conseguir destaque no concorrido mundo do futebol se tornou algo muito difícil, Kadu acabou foi em busca de outro trabalho e conseguiu uma vaga de frentista em um posto de combustível. "Era uma rede pequena, tinha só três postos em toda cidade", conta.


Entre abastecimentos e calibragem de pneus, o porte atlético e o charme não passaram despercebidos por muitas clientes. Foi no local de trabalho que Kadu levou uma cantada que ele considera inesquecível.


"Perguntei para a cliente se ela queria trocar o óleo ou completar a água. Ela disse: ‘meu carro está bem. Quem precisa desses cuidados sou eu’. Fiquei sem jeito e falei: ‘Ôoooo trem!’, para descontrair e saí rapidinho dando muita risada".
A beleza que atraia as clientes também chamou atenção de um amigo que se propôs a incentivá-lo. "Um amigo fotógrafo fez uma foto minha e começou a dizer: ‘você tem perfil de modelo’. Ele me levou até uma agência em Ribeirão e logo depois fui apresentado para a Joy Model, de São Paulo (SP). Acabei sendo aprovado e desde então não parei mais de trabalhar", afirma.

Deputada apresenta projeto para multar a masturbação masculina por ser considerada um “ato contra uma criança que ainda não nasceu”. Verdadeira intenção por trás da proposta é protestar contra o aprofundamento das leis antiaborto no Texas e nos EUA.


Jessica Farrar, deputada do Texas, nos EUA, propôs recentemente uma lei que proíbe a masturbação masculina e estipula uma multa de US$ 100 para o homem que burlar a regra. As informações são da BBC e do The Guardian.


A deputada democrata argumenta que o objetivo do projeto é proteger as crianças que ainda irão ser geradas. Se um homem ejacula sozinho, por exemplo, pela masturbação, isso seria considerado um “ato contra uma criança que ainda não nasceu”.


Pode parecer contraditório, mas Jessica é favorável à interrupção da gravidez por escolha da mulher e apresentou o projeto para protestar contra as duras leis antiaborto no Texas e nos EUA.


“O projeto quer vetar todas as ejaculações fora da vagina de uma mulher ou criadas fora de uma instalação médica ou de saúde”, diz Jessica, argumentando que sua proposta não é mais extrema do que as leis que restringem os direitos de mulheres que optariam pela interrupção de uma gravidez no Texas.


“Se estamos adotando medidas drásticas antiaborto por causa da ‘santidade da vida’, então nós não podemos desperdiçar nenhuma semente”, ironiza Jessica, que está ciente de que sua proposta será aNa falta do que faqzer, rquivada.


Jessica Farrar cita sua revolta com o processo desgastante e invasivo a que mulheres que optam pelo aborto são submetidas no Texas. Elas têm de, por exemplo, ouvir palestras sobre as implicações morais do aborto, ver imagens de fetos, fazer um ultrassom para ouvir a batida do coração do bebê e receber avisos sobre como o aborto pode estar relacionado a câncer de mama — ainda que essa possibilidade já tenha sido descartada.


Legislação antiaborto

O Texas tem uma das legislações mais restritas sobre aborto nos Estados Unidos – ainda que a Suprema Corte tenha derrubado, no Estado, a proibição de abortos induzidos por drogas após sete semanas de gestação.


As mulheres do Texas, porém, não são as únicas a enfrentar legislações mais conservadoras sobre aborto nos Estados Unidos.


Ativistas antiaborto e seus simpatizantes ganharam força no governo de Donald Trump, que tem se distanciado da postura “pró-escolha” do governo de Barack Obama.


Várias novas restrições têm sido propostas por deputados em vários cantos do país. Entre elas, está a de obrigar mulheres em Oklahoma a pedir permissão aos seus parceiros para aprovar seu aborto.


No Brasil, a interrupção da gravidez só é permitida em três casos: se a mulher corre risco de morrer por causa da gestação; se a fecundação ocorreu por estupro; se o feto é anencéfalo (sem cérebro) e, portanto, não conseguirá sobreviver após o parto.


Nas demais situações, a gestante que fizer aborto pode ser presa por até três anos, enquanto médicos que realizarem o procedimento podem ser condenados a até quatro.


com informações de BBC Brasil

No "Música Boa Ao Vivo" do Multishow desta quarta-feira (4), a cantora homenageou às divas pop e apareceu caracterizada
 
Reprodução / Twitter
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